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Ultrassonografia na Reprodução Animal: Avaliação do Trato Reprodutivo e Diagnóstico de Gestação em Bovinos e Equinos
A técnica transretal segue uma sequência sistemática de exploração do trato reprodutivo, sem depender apenas da primeira imagem.
Topicos da aula
- Avaliação Ultrassonográfica e Diagnóstico de Gestação
Overview
Panorama da Avaliação Ultrassonográfica Reprodutiva
O panorama da avaliação ultrassonográfica reprodutiva começa por um princípio simples: a densidade do tecido determina o tom de cinza na tela. Líquidos aparecem escuros ( anecogênicos ), e tecidos densos como o osso aparecem brancos ( hiperecogênicos ). A escolha do transdutor depende da via de acesso, sendo o linear transretal o padrão em bovinos, com adaptador tubular para pequenos ruminantes. Na vaca, a varredura sistemática identifica o corno gestante, o corpo lúteo, os cistos ovarianos e a gestação a partir de 30 dias. Na égua, o exame é orientado pela estacionalidade e inclui o reconhecimento da vesícula embrionária, do edema endometrial e de patologias como a endometrite. Recursos como Doppler, sexagem fetal, calculadora obstétrica e aspiração folicular complementam o diagnóstico, unindo imagem e fisiologia.
Princípios da Ultrassonografia Aplicada à Reprodução Animal
Formação da Imagem por Tons de Cinza
A imagem ultrassonográfica é composta por diferentes tons de cinza, que variam conforme a densidade dos tecidos. Estruturas com maior conteúdo líquido apresentam se escuras ( anecogênicas ), enquanto tecidos mais densos, como o osso, apresentam se brancos ( hiperecogênicos ). Assim, quanto mais líquido o tecido tiver, mais escuro ele aparece; quanto mais denso, mais branco ele fica.
Por essa razão, estruturas como o líquido presente no útero gestante e os folículos ovarianos são identificadas por sua coloração escura. O exame ultrassonográfico normalmente busca identificar estruturas que contêm líquido.
A interpretação das imagens exige conhecimento anatômico, pois o examinador deve correlacionar as estruturas visualizadas com a anatomia do trato reprodutivo.
Transdutores e Frequências por Profundidade
Os transdutores ultrassonográficos diferem quanto à frequência, medida em hertz, e são selecionados conforme a profundidade do tecido a ser avaliado. Os transdutores utilizados na via transretal não estão entre os de maior frequência e são adequados para tecidos mais próximos. Já os transdutores utilizados na região abdominal possuem alcance muito maior. Portanto, a diferença de alcance entre as sondas está relacionada à frequência.
O aparelho permite programar a frequência para otimizar a qualidade da imagem. Existem diferentes tipos de transdutores ultrassonográficos: alguns convexos, que permitem ampla visualização, e outros portáteis, que podem ser carregados em mão, embora geralmente possuam menor frequência e, consequentemente, pior resolução de imagem.
Para a palpação retal, utiliza se transdutor linear. Ou seja, essa sonda é reta e, por não estar entre as de maior frequência, serve para avaliar tecidos mais próximos.
Técnica Transretal com Varredura Sistemática
A técnica transretal segue uma sequência sistemática de exploração do trato reprodutivo, sem depender apenas da primeira imagem.
- Etapa 1: Introduzir o transdutor no reto — O exame ultrassonográfico em bovinos é realizado por via transretal.
- Etapa 2: Explorar o trato reprodutivo de forma sistemática com o transdutor no reto.
- Etapa 3: Identificar os cornos uterinos no corte transversal — em corte transversal, os cornos uterinos são visualizados como estruturas arredondadas.
- Etapa 4: Diferenciar o corno não grávido — O corno uterino não grávido aparece mais redondinho na imagem ultrassonográfica.
- Etapa 5: Avaliar o conteúdo uterino — No útero não gestante, os cornos apresentam se fechados, sem conteúdo líquido; um útero fechado e sem líquido é um útero vazio.
- Etapa 6: Não concluir pela primeira imagem — O exame deve ser criterioso, não se baseando apenas na primeira imagem obtida; a exploração completa do trato reprodutivo é fundamental para o diagnóstico correto, especialmente porque a gestação inicial pode localizar se na extremidade do corno uterino.
- Etapa 7: Explorar a ponta do corno uterino — Ao explorar a ponta do corno uterino, a imagem ultrassonográfica é obtida lateralmente.
Adaptador Tubular para Pequenos Ruminantes
Em ovinos, utiliza se um adaptador tubular acoplado ao transdutor linear, funcionando como uma extensão da sonda. Esse adaptador permite a introdução do transdutor no reto sem a necessidade de introduzir a mão. O transdutor permanece na extremidade do adaptador, viabilizando o exame ultrassonográfico de forma prática e segura para a espécie.
Avaliação Ultrassonográfica do Trato Reprodutivo Bovino
Formação e aspecto do corpo lúteo
Dentro do ovário, encontram se folículos e, depois da ovulação, forma se o corpo lúteo. O corpo lúteo é uma estrutura mais densa e aparece em tom acinzentado na imagem ultrassonográfica.
Um corpo lúteo mais fechado aparece ainda mais acinzentado na imagem ultrassonográfica. Quanto mais cavitário for o corpo lúteo, com cavidade no meio, mais recente é a ovulação.
Superovulação na imagem ultrassonográfica
Na superovulação, o ovário apresenta muitos folículos próximos. A superovulação é identificada na imagem ultrassonográfica pela presença de muitos folículos no ovário. Na vaca superovulando, os folículos aparecem muito próximos, com pouco espaço entre eles — ou seja, os folículos ficam com pouco espaço entre si.
A ultrassonografia permite identificar que uma vaca está superovulando. Por meio da imagem ultrassonográfica é possível identificar que a vaca está superovulando.
Coleta de oócitos e múltiplos corpos lúteos
Em protocolos de superovulação, geralmente é feita coleta de oócitos; esses protocolos podem ser utilizados para coleta de oócitos.
Quando a vaca superovulada ovula todos esses folículos, formam se vários corpos lúteos; ao ovular os folículos da superovulação, formam se vários corpos lúteos juntos.
Cistos Ovarianos: Diferencial pela Parede
Na avaliação ultrassonográfica do trato reprodutivo bovino, os cistos ovarianos podem ser identificados à palpação retal e à ultrassonografia; o cisto folicular é percebido como uma estrutura anecogênica muito grande, correspondente a um folículo de grandes dimensões.
O cisto luteínico, por sua vez, corresponde a um corpo lúteo que não regrediu; na imagem, apresenta parede espessada e conteúdo heterogêneo, com tons de cinza e preto. Diferentemente do cisto folicular, o cisto luteínico mostra borda mais acidentada e uma parede líquida.
Para o diagnóstico diferencial, além da presença de borda espessada, o histórico e o exame clínico influenciam bastante a avaliação.
Diagnóstico de Gestação em Bovinos
Achados Ultrassonográficos por Idade Gestacional
Na gestação bovina, os achados ultrassonográficos evoluem com a idade gestacional: a ultrassonografia permite identificar o embrião e a vesícula embrionária, e o líquido vai se acumulando em um dos cornos uterinos.
| Idade Gestacional | Achados Ultrassonográficos |
|---|---|
| Aproximadamente 30 dias | Vesícula embrionária com embrião; líquido presente em um corno uterino; corno contralateral fechado. |
| Aproximadamente 40 dias | Maior volume de líquido em um dos cornos; corno contralateral permanece fechado. |
| Aproximadamente 50 dias | Concepto mais evidente; início da visualização de estruturas fetais. |
Na gestação inicial, o líquido é observado no corno uterino gestante, enquanto o corno contralateral permanece fechado.
Gestação Avançada: Estruturas e Batimentos Visíveis
Em gestações mais avançadas, é possível visualizar partes do feto, os placentônios, o cordão umbilical e estruturas ósseas. Os batimentos cardíacos fetais também podem ser identificados.
A imagem ultrassonográfica permite ainda a visualização do crânio, do olho fetal e da calota craniana.
Particularidades Gestacionais em Ovinos e Caprinos
Em ovinos e caprinos, a visualização do concepto é semelhante e geralmente mais direta. Em gestações avançadas, identificam se as carúnculas, os placentomas e o feto.
Quando o tempo de gestação é mais adiantado, é possível observar as carúnculas, os anexos fetais e partes do feto.
Perda Gestacional: Imagem Desorganizada
A perda gestacional caracteriza se por imagem desorganizada no interior do útero, com desorganização dos anexos placentários. A observação dessas alterações na avaliação ultrassonográfica indica perda da gestação.
Recursos Adicionais do Ultrassom
Sexagem Fetal pela Posição do Tubérculo Genital
A ultrassonografia permite realizar a sexagem fetal. A sexagem fetal é realizada por volta dos 50 dias de gestação, identificando se os membros, o tubérculo genital e a cauda do feto.
A posição do tubérculo genital define o sexo: Na fêmea, o tubérculo genital localiza se em posição caudal, próxima à cauda e ao clitóris; No macho, o tubérculo genital localiza se cranialmente, próximo à região umbilical e aos membros, distante da cauda. Portanto, quanto mais próximo da cauda estiver o tubérculo genital, o feto é classificado como fêmea.
O mesmo princípio se aplica à espécie ovina.
Revisão de imagens e fluxo pelo Doppler
O aparelho de ultrassom possui uma função de cine, chamada de Cinebook ou cine look, que permite rever as imagens armazenadas. O Doppler permite visualizar o fluxo sanguíneo das estruturas avaliadas, e existe um tipo de transdutor ultrassonográfico que permite visualizar esse fluxo.
Estruturas ativas, como o corpo lúteo ativo, apresentam maior fluxo sanguíneo; estruturas inativas, como o corpo lúteo inativo, apresentam bem menos fluxo. A presença de fluxo sanguíneo indica que a estrutura está viva e ativa.
Calculadora obstétrica e data provável do parto
O aparelho de ultrassom possui funções obstétricas, incluindo a calculadora obstétrica. Essa ferramenta está disponível na maioria dos aparelhos, dependendo do modelo. A calculadora permite realizar medições como o diâmetro biparietal, e a linha BPD é utilizada para medir a calota craniana do feto.
Após a medição, a calculadora obstétrica fornece a estimativa da idade gestacional do feto e a previsão da data do parto. No exemplo, a idade gestacional estimada foi de 12 semanas e 5 dias, correspondendo a 89 dias de gestação, com previsão de parto para 20 de outubro de 2023.
Aspiração Folicular Guiada por Ultrassom
A aspiração folicular é uma biotécnica que consiste na sucção dos folículos ovarianos por meio de um equipamento, para coleta de oócitos. Esse procedimento é geralmente utilizado para a produção de embriões. A agulha é inserida com o auxílio do guia ultrassonográfico, que permite identificar a localização da agulha durante a aspiração do líquido folicular.
Avaliação Ultrassonográfica do Trato Reprodutivo Equino
Visão Geral e Sustentação do Trato
O sistema reprodutivo da égua divide se em órgãos externos — vulva, lábios vulvares e clitóris — e órgãos internos — vagina, cérvix, útero, oviduto e ovários. Essas estruturas são sustentadas pelo ligamento largo do útero. Os órgãos internos do sistema reprodutivo da égua são avaliados pela ultrassonografia.
Útero e Oviduto: Forma e Segmentos
O útero da égua tem formato de T ou Y e apresenta três camadas: endométrio, miométrio e perimétrio. O oviduto é dividido em infundíbulo, ampola e istmo: o infundíbulo captura o óvulo, a ampola é onde ocorre a fertilização e o istmo conecta o oviduto ao útero.
Ovários: Posição, Função e Ovulação
Os ovários da égua possuem formato de rim e produzem oócitos e os hormônios estrógeno e progesterona.
Na espécie equina, a ovulação ocorre na fossa de ovulação, estrutura exclusiva dos equinos.
Em relação à posição, os ovários da égua localizam se mais dorsalmente do que os da vaca, ocupando a área superior do trato; por isso, o ultrassom deve ser posicionado para procurar a parte superior dos ovários.
Estacionalidade e Controle Luminoso do Cio
Na espécie equina, o acompanhamento ultrassonográfico é necessário para decidir a conduta reprodutiva de acordo com o estado fisiológico da égua, diferentemente dos bovinos, nos quais é possível realizar protocolos fixos de inseminação artificial.
A égua é poliéstrica estacional de dias longos, ou seja, necessita de estímulo luminoso para ciclar. A ciclicidade ocorre principalmente na primavera e no verão, período que caracteriza a estação de monta. Na ausência de luz, a égua permanece em anestro ou em transição.
O ciclo é ativado quando a luz é captada pela retina, o que reduz a produção de melatonina pela glândula pineal e libera os hormônios que desencadeiam o ciclo.
Ciclo Estral da Égua
Estro: Dinâmica e Mensuração Folicular
O estro, também chamado de cio, dura cerca de 5 a 7 dias. Durante essa fase, o hormônio dominante é o estrógeno, e a égua apresenta um folículo dominante, visualizado ao ultrassom como estrutura preenchida por líquido.
A mensuração folicular permite estimar o momento da ovulação, pois o folículo cresce de 3 a 5 milímetros por dia; é a partir dessa mensuração que se programa o momento da ovulação ou da monta. Em um exemplo, um folículo pré ovulatório apresentou 44 mm em uma das medições, sendo realizada a média entre as medidas.
Sinais Ultrassonográficos da Ovulação
A ovulação é induzida pelo pico de LH. A ovulação ocorre geralmente de 24 a 38 horas antes do término do estro; na prática, a égua começa a ovular quando o folículo atinge cerca de 35 milímetros. Quando o folículo já está bem grande, a ovulação provavelmente ocorre em cerca de 24 horas.
No momento da ovulação, o folículo grande se rompe e adquire aspecto estrelado ao ultrassom.
Corpo Lúteo e Útero no Diestro
Após a ovulação, a égua entra no diestro. Nessa fase, o corpo lúteo inicialmente tem aspecto estrelado e depois desenvolve uma cavidade no seu interior; quanto mais velho o corpo lúteo, maior a sua cavidade. Por isso, o corpo lúteo apresenta diferentes aspectos de acordo com a sua idade.
Na ultrassonografia, o folículo aparece grande, com bastante líquido e preto, enquanto o corpo lúteo aparece mais preenchido e estrelado. No diestro, o útero é totalmente homogêneo ao ultrassom.
Anestro e Transição Sazonal na Égua
Fora da estação de monta, a égua apresenta período de anestro e período de transição. Na transição, o ovário apresenta se cheio de pequenos folículos, indicando que a égua pode estar em transição. Quando há apenas folículos muito pequenos, a égua está em anestro e não responsiva ao estímulo hormonal.
Avaliação Uterina na Égua
Edema Endometrial e Aspecto em Roda de Carroça
Em corte longitudinal, fora do diestro, observam se ondulações compatíveis com edema endometrial, que é classificado por scores. Já o útero em diestro apresenta textura homogênea.
A imagem com aspecto de roda de carroça indica edema acentuado, característico do estro.
Endometrite: Líquido Uterino e Componente Infeccioso
A endometrite é a patologia uterina mais importante na espécie equina e corresponde à inflamação ou infecção do útero. O útero normal apresenta se fechado e homogêneo, enquanto na endometrite observa se espaço preenchido por líquido na cavidade uterina. Quando há líquido no útero, deve se pensar em endometrite.
Quando o líquido contém pontos ecogênicos, provavelmente há componente infeccioso. Na endometrite, o endométrio pode apresentar edema com bastante líquido no interior.
Cistos Endometriais vs Vesícula Embrionária
Os cistos endometriais são estruturas preenchidas por líquido, localizadas no endométrio, que se assemelham a folículos, porém situadas no útero. Essas estruturas podem ser confundidas com a vesícula embrionária, sendo essencial o diagnóstico diferencial para evitar erro no diagnóstico de gestação.
A vesícula embrionária apresenta dois polos, um superior e um inferior, e formato arredondado, enquanto o cisto endometrial não apresenta essas características.
Avaliação Ovariana e Patologias na Égua
Cistos Ovarianos e Paraováricos Persistentes
Na avaliação ultrassonográfica do ovário da égua, os cistos ovarianos se manifestam como pequenas estruturas anecogênicas adjacentes ao ovário. Um exemplo é o cisto de fossa de ovulação, mas existem também cistos paraováricos.
De modo geral, são estruturas que não alteram de tamanho e persistem independentemente da fase do ciclo estral. Essa persistência é o que permite diferenciá los de outras imagens transitórias do ovário.
Folículo Anovulatório Hemorrágico: Teia de Aranha
Os folículos anovulatórios são achados comuns na rotina equina. Nessa condição, o folículo dominante cresce progressivamente, mas não ovula. Em vez de liberar o oócito, o folículo sofre hemorragia interna e se transforma em estrutura preenchida por sangue e conteúdo ecodenso.
À ultrassonografia, observa se um grande folículo que não ovula, podendo apresentar aspecto de teia de aranha, com finos riscos no interior. Esse padrão visual é a principal pista para reconhecer o folículo anovulatório hemorrágico.
Diagnóstico de Gestação em Éguas
Diagnóstico Precoce: Vesícula Embrionária aos 15 Dias
O diagnóstico de gestação na égua pode ser iniciado por volta do 10º dia, quando é possível observar uma pequena vesícula; contudo, o diagnóstico tão precoce é arriscado. Por volta do 15º dia, visualiza se a vesícula embrionária, que se assemelha a um cisto.
A diferença entre cisto e vesícula embrionária é que a vesícula apresenta dois polos, geralmente identificados como duas pequenas bolhas, e formato arredondado, sem deformação. Essa combinação ajuda a distinguir a vesícula embrionária de um cisto.
Crescimento Fetal e Diâmetro Ocular na Gestação
A cavidade embrionária cresce progressivamente e, por volta do 30º dia, o embrião já é visualizado.
Em gestações mais longas, observa se o feto; quando o feto está muito grande, não é possível visualizá lo por completo, mas identificam se estruturas isoladas, como o olho.
A mensuração do diâmetro ocular permite estimar a idade gestacional quando não há protocolo conhecido.
Junção Útero Placentária Avaliada por Doppler
A avaliação da junção entre o útero e a placenta, denominada JUP, tem sido realizada com maior frequência. Com o uso do Doppler, avalia se a presença de fluxo sanguíneo na estrutura, identificando problemas reprodutivos da gestação.
Alterações como deslocamento de placenta podem estar associadas a infecções e placentite. O diagnóstico da placenta pode ser realizado antes do parto e, após o parto, a placenta também é avaliada.
Reflexão Sion
Vida detectada
No Doppler, o fluxo sanguíneo é o que confirma que uma estrutura está viva e ativa. Deus não precisa de um aparelho para enxergar o que está vivo dentro de nós; ele conhece cada coração em profundidade. Jesus veio justamente para nos dar essa vida plena — uma vida que pulsa mesmo quando tudo ao redor parece silencioso.
Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente.João 10:10
Abra João 10 e veja como Jesus descreve a vida que ele veio dar.