Sion Academy

MedVet6 PeríodoBovinocultura de LeiteP1

Manejo e Rotina de Ordenha: Fisiologia e Qualidade do Leite

Divisão Anatômica e Capacidade Produtiva

Duracao: 17 min

Topicos da aula

  • Manejo de Ordenha

A Importância da Rotina de Ordenha e Qualidade do Leite

Esta aula aborda de maneira central a qualidade do leite, enfatizando a importância da rotina de ordenha. Este processo é o estágio determinante tanto para o volume final extraído da glândula mamária quanto para a qualidade sanitária do leite produzido na propriedade. Além disso, a execução precisa da ordenha impacta a remuneração, já que o produtor recebe pagamentos atrelados a índices como a Contagem Bacteriana (CDP) e a Contagem de Células Somáticas (CCS).

Como base teórica, a disciplina utiliza o livro nacional dos autores Marcos Veiga e Luiz Fernando, além de uma apostila gratuita em PDF disponibilizada pelo Conselho Brasileiro de Qualidade de Leite (CBQL). Para ilustrar a aplicação de manejo adequado e padronização em grande escala, o material cita a experiência da Fazenda Staramilk no Paraná.

Morfologia do Úbere e Glândulas Mamárias

Divisão Anatômica e Capacidade Produtiva

O leite é a secreção da glândula mamária bovina, órgão localizado na região inguinal do animal. O úbere da vaca é composto por quatro glândulas mamárias (quartos) independentes entre si, diferenciando se de ovelhas e cabras leiteiras, que possuem apenas dois quartos mamários.

A estrutura do úbere é dividida em metades direita e esquerda pelo ligamento suspensor central, enquanto os quartos anteriores e posteriores são separados por uma fina membrana. Em vacas de raças europeias, os quartos posteriores possuem um volume de tecido secretor maior que os anteriores, sendo responsáveis por cerca de 55% a 60% do leite produzido.

Na extremidade distal da glândula mamária, encontram se estruturas fundamentais para a condução e proteção: a cisterna do teto, a roseta de Furstenberg, o canal do teto e o esfíncter do teto.

Fisiologia da Síntese e Ciclo de Lactação

Mecanismos de Persistência e Síntese Proteica

O ciclo de lactação na fêmea bovina dura em torno de 10 a 12 meses. Durante este período, a composição proteica do leite apresenta origens distintas: a caseína é sintetizada dentro do próprio alvéolo mamário, ao passo que a lactoalbumina e a lactoglobulina são proteínas derivadas diretamente do soro sanguíneo.

A curva de produção atinge um pico e depois declina, processo causado pela morte celular programada, ou apoptose, dos alvéolos mamários. Por essa razão, estratégias para aumentar a persistência da lactação buscam mecanismos que diminuam a velocidade dessa apoptose celular.

Por fim, a secagem da vaca é estimulada pela interrupção da ordenha. O leite estagnado no interior do alvéolo sinaliza ao organismo do animal que a produção deve ser encerrada.

O Período Seco e Medidas Profiláticas

  1. Renovação Mamária: O período seco é o momento destinado à recuperação do tecido e renovação dos alvéolos, processo que ocorre em cerca de 60 dias após a interrupção da produção.
  2. Riscos de Infecção: A estagnação do leite na glândula mamária durante este processo representa um alto risco para a ocorrência de mastite.
  3. Terapia Antibiótica: Procedimento que envolve a aplicação de uma bisnaga de antibiótico de vaca seca em cada um dos quatro quartos mamários.
  4. Selante de Tetos: Atua como uma barreira física que impede a entrada de microrganismos no canal do teto durante o período de secagem.
  5. Terapia Seletiva: Abordagem técnica que consiste no uso apenas do selante, dispensando a aplicação sistemática de antibióticos.

Estímulo e Ação da Ocitocina

Minutos antes da ordenha, a maior parte do leite armazenado na glândula mamária encontra se nos alvéolos e nos ductos. O processo de ejeção é desencadeado pelo estímulo tátil inicial no teto da vaca, além de estímulos visuais como a observação do equipamento de ordenha e a presença do bezerro.

Esses estímulos promovem a liberação do hormônio ocitocina pela hipófise posterior. Uma vez na corrente sanguínea, a ocitocina promove a contração das células mioepiteliais que circundam os alvéolos mamários, garantindo a expulsão mecânica e a ejeção do leite.

A ocitocina exógena é frequentemente utilizada em vacas que não liberam o leite na ausência do bezerro. No entanto, o compartilhamento de seringas e agulhas entre diferentes animais durante essa prática é um grave vetor de doenças infecciosas, incluindo a tripanossomose bovina.

Bem estar Animal e Bloqueio da Descida

A Adrenalina como Antagonista da Ocitocina: Durante episódios de estresse, a vaca libera altos índices de adrenalina que inibem diretamente as células mioepiteliais e bloqueiam a ação contrátil da ocitocina. Esse mecanismo fisiológico ocasiona o fenômeno conhecido como 'esconder o leite', prejudicando a extração completa na ordenha. Gatilhos aversivos, como ruídos, agitação no ambiente ou a presença de água nas orelhas da vaca, provocam a liberação desse hormônio inibidor. Para evitar prejuízos, o ambiente de ordenha deve ser rigorosamente tranquilo e livre de estresse. O desempenho das vacas é otimizado quando se segue uma rotina padronizada e correta. O fornecimento de comida fresca ou concentrado durante o processo, somado ao alívio da pressão do leite acumulado na glândula mamária, funciona como estímulo positivo para a descida do leite.

Higiene e Componentes do Equipamento

ComponenteFunção e OperaçãoDiferencial de Controle
PulsadoresDeterminam os ciclos de vácuo e ar atmosférico durante a pulsaçãoOperação mecânica básica
Copo ColetorCentraliza o leite dos quatro quartos e permite visualizar o fluxoTransparência auxilia o ordenador humano
Extrator AutomáticoUtiliza sensor no coletor para mensurar fluxo e desativar o vácuoAutomatização para evitar sobreordenha
Sistema RobotizadoRealiza a ordenha e mensuração individual de cada quarto mamárioAlta precisão de dados individuais
Sala HospitalarIsolamento de vacas em tratamento ou recém paridasPrevenção de contaminação do leite no tanque

A automação de componentes, como extratores e robôs, eleva a precisão técnica e a biosseguridade do processo.

Ordenha Robótica e o Papel do Ordenador

Nos sistemas de ordenha robótica, a frequência com que as vacas buscam o equipamento voluntariamente varia conforme o estágio produtivo. Em média, os animais realizam a ordenha três vezes ao dia, mas vacas de alta produção no início da lactação podem atingir até quatro acessos diários. Por outro lado, fêmeas nos últimos 30 a 60 dias de lactação tendem a reduzir essa busca para apenas uma vez ao dia. Apesar da tecnologia da sala, o colaborador ordenador permanece como o componente mais importante para a obtenção de um leite de qualidade. Os profissionais devem apresentar um excelente padrão higiênico, utilizando roupas e botas limpas, além do uso mandatório de luvas de látex. Em salas de ordenha com vários funcionários, as tarefas podem ser divididas, como no caso de um colaborador realizar exclusivamente o pós dipping. Para garantir a segurança microbiológica, o ordenador deve substituir seus pares de luvas com frequência para impedir que as mãos atuem como vetores de contaminação. A recomendação técnica exige que a substituição ocorra de forma profilática a cada período de 30 a 40 minutos de ordenha contínua.

Organização da Linha de Ordenha

  1. Primíparas e Vacas Sadias: Início da linha de ordenha, priorizando fêmeas em seu primeiro parto e animais sadios.
  2. Gradiente de Infecção: Sequência que consiste em ordenhar primeiro as vacas menos infectadas e, sucessivamente, as mais infectadas.
  3. Casos Crônicos e Recidivantes: Ordenha final de fêmeas com histórico de mastite ou com patamares cronicamente elevados na Contagem de Células Somáticas (CCS).

Identificação de Mastite e Leite Alterado

A identificação da mastite clínica ocorre por meio da observação de alterações visuais no leite, enquanto a mastite subclínica não apresenta sinais visíveis. Para detectar casos subclínicos, utiliza se o teste da raquete (CMT), que avalia individualmente a secreção de cada um dos quatro quartos mamários, permitindo o tratamento direcionado do quarto infectado. Para garantir a segurança da produção, marcadores físicos, como pulseiras na canela da vaca, são empregados para sinalizar animais doentes ou em tratamento farmacológico. Caso o ordenhador identifique qualquer anormalidade nos primeiros jatos, o leite dessa vaca deve ser rigorosamente segregado e não pode ser misturado à produção geral enviada ao tanque de resfriamento.

Manejo do Leite com Resíduos de Antibióticos

A presença de resíduos de antibióticos no leite sob inspeção é um fator que impede a aceitação do produto pela indústria. Por essa razão, o leite de vacas em tratamento farmacológico ou que apresentem mastite (leite alterado) jamais deve ser direcionado ao tanque de leite sadio. Para garantir a segurança sanitária, essas vacas devem ser ordenhadas em um balde próprio, evitando a canalização do leite contaminado. Recomenda se o descarte total do leite de todos os quartos mamários do animal, mesmo que o tratamento tenha sido realizado em apenas um deles, devido ao risco de resíduos sistêmicos.

Higiene dos Tetos e Uso de Água

  • Escore de limpeza: avaliação dos quartos mamários e do úbere posterior em uma escala que varia de 1 a 4.
  • Critério de lavagem: tetos que apresentam escores 1 e 2 geralmente não necessitam de lavagem antes da ordenha.
  • Uso racional de água: a utilização deve ser restrita apenas aos tetos que chegam sujos, evitando desperdícios e riscos sanitários.
  • Risco de contaminação por gravidade: o uso excessivo de água pode causar o escorrimento de sujidades e contaminar o teto.
  • Secagem obrigatória: quando a lavagem é realizada para remover sujeira excessiva, deve se obrigatoriamente realizar a secagem física total com papel toalha antes de prosseguir.

Eliminação e Avaliação dos Primeiros Jatos

  1. Início do manejo: A eliminação dos primeiros jatos de leite é o passo inicial e essencial para a identificação de vacas com leite alterado.
  2. Redução da carga bacteriana: O leite da cisterna do teto deve ser descartado por possuir alta contagem bacteriana nos primeiros jatos.
  3. Técnica de coleta: O procedimento deve ser realizado direcionando os jatos para uma caneca de fundo preto e rugoso.
  4. Diagnóstico de mastite: A observação de grumos na caneca de fundo preto indica anormalidade no leite e é o principal sinal de mastite clínica.
  5. Funcionamento do instrumento: A caneca de fundo preto possui um orifício lateral para evitar que o leite fique represado na parte superior.
  6. Práticas de campo: Em grandes fazendas, a eliminação dos jatos é por vezes feita diretamente no chão visando a economia de trabalho.

A Prática do Pré Dipping

Eficácia e Sequenciamento no Controle Microbiano

O pré dipping consiste na imersão do teto em uma solução desinfetante, sendo reconhecido como o método mais eficaz para reduzir a carga microbiana na superfície do teto antes do início da ordenha. Para assegurar a higiene do processo, é fundamental o uso de copos aplicadores do tipo sem retorno, que evitam que a solução que entrou em contato com o animal retorne ao interior do frasco principal.

A ordem dos procedimentos influencia diretamente a biosseguridade: a eliminação dos primeiros jatos de leite deve ser feita antes do pré dipping para prevenir a recontaminação dos tetos pelas mãos do ordenhador. Caso a fazenda realize a eliminação dos jatos após a desinfecção inicial, torna se obrigatória a realização de uma nova pré imersão, prática tecnicamente denominada re dipping.

Desinfetantes e Princípios Ativos

Princípio AtivoVantagens e PropriedadesLimitações e Observações
IodoConcentração de 0,1%; marca a pele do animalFacilita a visualização dos tetos higienizados
HipocloritoBaixo custo e alto espectro de açãoBaixa estabilidade (permanece ativo por 12 a 24 horas)
ClorexidinaApresenta boa tolerância na pelePossui espectro de eficácia menor que o iodo e o hipoclorito
Ácido LáticoCompatível com a pele e não deixa resíduosApresenta custo mais elevado em comparação aos demais

Importante: O uso de substâncias emolientes, como glicerina e lanolina, não é recomendado no pré dipping para evitar a adesão excessiva de sujidades.

Secagem dos Tetos e Controle de Qualidade

  • Tempo de contato: a solução desinfetante requer entre 30 a 40 segundos de permanência no teto para garantir a ação adequada.
  • Remoção de resíduos: o desinfetante deve ser retirado em no máximo 30 segundos, sendo obrigatória a remoção total de qualquer resíduo antes de colocar o conjunto de ordenha.
  • Secagem com papel toalha: este é o método padrão de remoção, sendo ideal utilizar uma folha descartável para cada teto individualmente.
  • Uso de toalhas de algodão: permitido somente se houver uma toalha individual por vaca, com lavagem e secagem rigorosas entre as ordenhas.
  • Prevenção de contaminação: o compartilhamento de toalhas entre animais é proibido, pois representa um enorme potencial de contaminação na ordenha.
  • Verificação de qualidade: a limpeza pode ser testada passando um algodão com álcool na extremidade do teto após o processo de higienização.

Acoplamento do Conjunto e Níveis de Vácuo

  • Janela de tempo: o intervalo entre o estímulo tátil inicial e o encaixe das teteiras deve ser de 60 a 90 segundos para garantir a sincronia com o pico hormonal.
  • Técnica de acoplamento: deve se utilizar as duas mãos para evitar lesões laborais e dobrar as mangueiras curtas para impedir a entrada de ar no sistema.
  • Alinhamento e higiene: o equipamento deve manter simetria com o úbere para evitar deslizamentos, garantindo que as teteiras nunca toquem o chão ou o deck da sala.
  • Tempo de extração: em instalações adequadas, a fase efetiva de permanência do maquinário no úbere para a retirada do leite dura entre 5 a 8 minutos.
  • Controle de vácuo: níveis excessivos de vácuo causam hiperqueratose no esfíncter, gerando rugosidades que favorecem a estagnação do leite e o crescimento bacteriano.

Remoção do Conjunto e Teste de Leite Residual

  1. Remoção do Conjunto: A retirada ocorre de forma automática por extratores ou manualmente assim que o fluxo de leite cessa, sendo indispensável desligar o vácuo antes da remoção para evitar tração sob pressão.
  2. Critério para Queda do Equipamento: Se o conjunto de ordenha cair após o animal ter sido ordenhado por pelo menos 4 minutos, a recolocação não é recomendada para prevenir riscos de contaminação.
  3. Protocolo do Teste de Leite Residual: Após a retirada do conjunto, deve se realizar a ordenha manual de cada quarto por 15 segundos, totalizando 1 minuto de avaliação para conferir o esgotamento da glândula.
  4. Interpretação de Volumes: O volume residual ideal deve estar entre 50 ml e 500 ml; deixar essa pequena quantidade é recomendável para proteger a anatomia da ponta do teto contra a exposição excessiva ao vácuo.
  5. Identificação de Anormalidades: Um volume superior a 500 ml indica ordenha incompleta, enquanto um volume inferior a 50 ml sinaliza que a vaca está sofrendo sobreordenha.

Inspeção do Filtro e Objetivos do Pós Dipping

  • Monitoramento da higiene: a inspeção do filtro de leite após a ordenha serve como parâmetro para medir a qualidade da limpeza dos tetos e monitorar a execução dos procedimentos técnicos.
  • Identificação de falhas: a presença de grumos ou pus retidos no filtro é um indicador direto de que a fazenda falhou em realizar a eliminação dos primeiros jatos de leite.
  • Objetivo do pós dipping: este procedimento deve ocorrer antes de liberar o animal e visa remover o biofilme de leite da superfície do teto, impedindo a proliferação bacteriana.
  • Prevenção de patógenos: o pós dipping atua na eliminação de infecções locais e previne a colonização do canal do teto, sendo essencial no controle de doenças contagiosas.

Pós Dipping e Manejo Pós Ordenha

Proteção Química e Manejo Antirrefluxo

O pós dipping consiste na aplicação de uma solução que combina um sanitizante a agentes emolientes, como glicerina, lanolina, propilenoglicol, sorbitol ou aloe vera, visando aumentar a adesão cutânea. Diferente do pré dipping, essa solução deve permanecer nos tetos por várias horas. Para assegurar a sanitização de todas as faces do teto, é preferível o uso de copos aplicadores sem retorno em vez de sistemas de spray.

Após a ordenha, o esfíncter do teto demora entre 30 a 45 minutos para fechar completamente, período em que o animal fica vulnerável a infecções. Para evitar que as vacas se deitem antes desse fechamento, deve se fornecer alimentação, como ração ou silagem, logo após a saída da ordenha, garantindo que permaneçam em pé em estação por, no mínimo, esse intervalo de tempo.

Sanitização do Equipamento e Remuneração

A higienização rigorosa do maquinário é um pilar da qualidade do leite, sendo a sanitização dos equipamentos de ordenha executada especificamente entre os turnos de trabalho.

A aplicação desses protocolos pode ser observada em unidades produtivas de grande porte, como a fazenda Staramilk no sudoeste do Paraná, que conta com cerca de 850 vacas e foco na produção de queijos.

O rigor no manejo sanitário impacta o faturamento da propriedade, pois o pagamento ao produtor é condicionado aos índices de Contagem de Células Somáticas (CCS) e Contagem Bacteriana Total (CDP).

Em novilhas que ainda não atingiram a maturidade

Em novilhas que ainda não atingiram a maturidade sexual, a glândula mamária apresenta apenas proliferação de ductos, sem a presença de tecido alveolar.

A ordenha determina o volume e a qualidade do leite

A ordenha é o procedimento central que determina tanto o volume total extraído quanto a qualidade final do leite produzido.

A remoção de pelos do úbere com vassoura de fogo

A remoção de pelos do úbere com a vassoura de fogo é uma técnica de manejo que auxilia na manutenção da higiene da glândula mamária. Esta prática é fundamental para diminuir a adesão de matéria orgânica nos animais, o que contribui diretamente para a redução do risco de infecções durante o processo de ordenha.

Equipamentos de ordenha não são sanitizados individualmente

A sanitização dos equipamentos de ordenha não é realizada de forma individual entre cada vaca. Esse procedimento é descartado na rotina produtiva devido ao tempo operacional elevado que exigiria e à sua baixa efetividade prática no manejo.

Dicas Para Provas

Dicas Para Provas
O tempo de 30 a 40 segundos preconizado para a ação do pré dipping não adiciona tempo extra, devendo estar rigorosamente contido no intervalo total de 60 a 90 segundos medido desde o primeiro toque até a colocação das teteiras.
É fundamental diferenciar o escopo das duas desinfecções: o pré dipping tem foco direto em patógenos de origem ambiental pré ordenha, enquanto o pós dipping visa prevenir a mastite de origem contagiosa.
Sob o aspecto biomecânico, a sobreordenha apresenta um potencial destrutivo consideravelmente maior ao tecido da ponta do teto do que a subordenha, justificando a tolerância de um volume adequado de leite residual.

Produzindo em Paz

A fisiologia da ordenha mostra que o estresse bloqueia a descida do leite, impedindo a entrega do que há de melhor. Nossa alma também trava diante das pressões externas, dificultando o fluxo da vida e da paz em nós. Cristo nos convida ao descanso, criando o ambiente seguro para que possamos transbordar sem reservas.

Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.Mateus 11:28

Descubra o alívio que Jesus oferece lendo Mateus 11.

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