Sion Academy
Manejo de Solos e Forragicultura: Da Morfologia à Adubação
Visão geral de um campo de pastagem bem manejado.
Topicos da aula
- Características Edáficas em ambientes diversos
Introdução à Forragicultura
A disciplina de Forragicultura encontra se em seu terço inicial, correspondendo à quinta aula do curso. Este momento é fundamental para o estabelecimento das bases necessárias ao entendimento da produção de pastagens.
Para auxiliar na compreensão prática da área, são indicadas referências como o canal 'Forragicultura e Pastagens' e as obras 'Forrageicultura no Paraná' e 'Dinheiro é Capim'.
Logística e Fontes de Referência
- Canal Forragicultura e Pastagens: fonte de referência gerenciada pela professora Janaína.
- Regras do ônibus: o uso do veículo institucional é orientado por um documento de 2011.
- Restaurante da fazenda: permanece fechado desde a pandemia, sem retorno das atividades.
- Livro 'Dinheiro é Capim': material escrito com linguagem simples e direta para o produtor rural.
- Livro 'Forrageicultura no Paraná' (1996): contém a lista de espécies de verão e inverno adaptadas ao estado.
- Fazenda experimental: funciona todos os dias, de domingo a domingo.
Matéria Seca e Ciclo do Carbono
A matéria seca é o componente da planta que resta após a retirada total da água, sendo nela que estão localizados os nutrientes fundamentais para a nutrição animal. Diferentemente da matéria seca, as cinzas representam o resíduo sólido, ou matéria mineral absorvida do solo, que permanece após a combustão completa do feno, processo que também libera energia, gás carbônico e água.
A maior parte da massa de uma planta é composta por carbono absorvido da atmosfera, o qual atua como o principal nutriente quantitativo para o seu crescimento. Esse processo de absorção ocorre principalmente através dos estômatos, que são estruturas especializadas localizadas nas folhas.
A remoção das folhas pelos bovinos durante o pastejo reduz diretamente a capacidade da planta de absorver carbono, visto que diminui as estruturas responsáveis por esse processo.
Energia e Nutrição Animal
- Nitrogênio: componente fundamental na formação das proteínas.
- Aminoácidos: possuem um radical amina (NH3) em sua estrutura.
- Enzimas: proteínas essenciais para o processo de fotossíntese.
- Atividade enzimática: o nitrogênio é necessário para manter as enzimas ativas para o acúmulo de carbono.
- Formulação de rações: cálculo baseado na diferença entre a necessidade do animal e os nutrientes presentes nos alimentos.
- Acúmulo de forragem: o ambiente e o solo são os dois principais fatores determinantes.
- Processo de combustão: é considerado o inverso do processo de fotossíntese.
- Fardo de feno: pesa aproximadamente 12 kg.
Horizontes do Solo: Do O ao C
O solo atua como a base física fundamental para o crescimento das plantas, oferecendo suporte e nutrição necessários, embora represente uma fração menor da massa total do sistema em comparação ao carbono atmosférico.
O perfil do solo é composto por diferentes horizontes que refletem sua formação a partir da rocha matriz. O horizonte O é formado por restos de animais e seres vivos em decomposição, sendo classificado por vezes como um 'solo não verdadeiro'.
Abaixo, o horizonte B é formado por processos de intemperismo físico, químico e biológico, enquanto o horizonte C apresenta fragmentos de rocha em processo de degradação. O solo tem sua origem na rocha matriz, localizada logo abaixo do horizonte C.
Matéria Orgânica e Fertilidade
- Matéria orgânica: É o elemento responsável por deixar o solo com coloração mais escura.
- Solos amarelados: Indicam uma quantidade menor de matéria orgânica.
- Horizonte O: Composto por matéria orgânica em decomposição, como restos de folhas e animais.
- Horizonte A: Rico em matéria orgânica proveniente da decomposição de resíduos vegetais e atividade da fauna, apresentando alta capacidade de retenção de água e nutrientes.
- Horizonte B: Apresenta efeito reduzido da matéria orgânica em comparação ao horizonte A.
- Solo de várzea: Pode apresentar argila esbranquiçada devido ao intenso efeito da água (solo lavado).
- Uso do solo na pecuária: Frequentemente deslocada para áreas marginais, declivosas e com solos de menor fertilidade.
- Uso dos melhores solos: Utilizados prioritariamente pela agricultura, possuindo custo mais elevado.
Deep Soil e Latossolos
O perfil do solo é organizado em horizontes. O horizonte A situa se imediatamente abaixo do horizonte O, a camada orgânica superficial. A matéria orgânica melhora a estrutura do solo, agindo como uma esponja que retém água e aumenta a capacidade de retenção de nutrientes. Já o horizonte B, considerado o solo propriamente dito e composto por rocha intemperizada, é o que define a quantidade de nutrientes. Exceções ocorrem em locais como São Luís do Curunã, onde horizontes B e C são desprezíveis, sendo o solo composto basicamente por matéria orgânica sobre a rocha.
Latossolos são solos muito profundos, podendo apresentar um horizonte B com profundidade de 4 a 5 metros. Essa profundidade é fundamental para o desenvolvimento vegetal, pois permite que as raízes busquem água em camadas profundas durante períodos de seca.
Riscos Físicos e Compactação
Impactos da Estrutura Física no Desenvolvimento das Plantas A estrutura física do solo exerce influência direta sobre o desenvolvimento das forrageiras, superando o foco exclusivo na fertilidade química. O crescimento da parte aérea é diretamente limitado pela capacidade de expansão do sistema radicular. Solos rasos, onde a rocha matriz se encontra a pouca profundidade, dificultam o crescimento vegetal, limitando o desenvolvimento da planta mesmo sob adubação. Da mesma forma, camadas compactadas na subsuperfície, frequentes em áreas de produção de feno devido ao tráfego de máquinas, impedem o aprofundamento das raízes, forçando as ao crescimento lateral e restringindo o acesso a água e nutrientes. Solos com menor teor de matéria orgânica apresentam maior propensão a esses problemas de compactação.
Protocolo de Amostragem de Solo
- Representatividade: A amostragem deve seguir o princípio da representatividade da área avaliada para garantir a qualidade dos resultados.
- Coleta padrão: Realizar a amostragem na camada de 0 a 20 centímetros, onde estão concentrados cerca de 80% das raízes das gramíneas.
- Coleta profunda: Realizar amostragens nas profundidades de 20 a 40 ou 40 a 60 centímetros quando indicada a correção de camadas profundas.
- Análise de perfil: Abrir trincheiras de 40 centímetros de profundidade para observar o perfil do solo e o desenvolvimento radicular.
- Análise laboratorial: Enviar amostras para quantificar nutrientes, evitando imprecisões e erros no manejo nutricional da pastagem.
Interpretação de Laudos
| Parâmetro | Definição | Ordem de Observação |
|---|---|---|
| Saturação por Bases (V%) | Percentual da CTC ocupado por bases | 1º item a ser observado |
| Teor de Fósforo | Disponibilidade de fósforo no solo | 2º item a ser observado |
| Soma de Bases (SB) | Cálcio + Magnésio + Potássio | Parte da CTC |
| CTC (T) | SB + (H + Al) | Capacidade de Troca Catiônica |
A análise de solo é a operação base para o início do manejo de solo.
Fundamentos da Calagem
A correção do solo consiste no ajuste do pH para influenciar a disponibilidade de nutrientes e melhorar a estrutura química, uma vez que o pH do solo influencia diretamente essa disponibilidade. A correção do pH para níveis próximos à neutralidade aumenta a disponibilidade de nutrientes que já estão presentes no solo.
A calagem é uma prática fundamental com funções essenciais: a correção do pH do solo e a redução do alumínio tóxico. Para nortear essas decisões, utiliza se a saturação por bases, identificada na análise de solo pela sigla V%, que quantifica as bases presentes no solo capazes de neutralizar o pH e disponibilizar nutrientes para as plantas.
Prática e Cálculo de Necessidade
- Diagnóstico do solo: A avaliação inicial identifica o pH e o valor de saturação por bases atual (V1), sendo que um pH de 4,10 é classificado como uma área muito ácida.
- Definição da meta: Estabelece se a saturação por bases desejada (V2) para a cultura, considerando que um valor de saturação por bases acima de 50% é aceitável para pastagens.
- Cálculo da necessidade: Aplica se a fórmula NC = (V2 V1) T / PRNT para determinar a quantidade de calcário necessária, utilizando o produto resultante da moagem de rocha calcária.
- Aplicação e incorporação: Realiza se a incorporação mecânica do calcário no solo para facilitar a mistura e promover o ajuste do pH através da solubilização e da reação com os componentes do solo.
- Benefícios fisiológicos: O manejo neutraliza o alumínio, que é tóxico para o crescimento das raízes, e fornece cálcio e magnésio, favorecendo o crescimento radicular das plantas próximo à neutralidade.
Riscos e Limites da Correção
A aplicação excessiva de calcário resulta em altos teores de cálcio, o que pode dificultar a absorção de outros nutrientes fundamentais para as forrageiras. O excesso de cálcio no solo pode comprometer especificamente a disponibilidade e a absorção de elementos como o fósforo e o zinco, prejudicando o desenvolvimento vegetal.
Qualidade do Corretivo (PRNT)
- PRNT: Sigla para Poder Relativo de Neutralização Total, que indica a capacidade do calcário de neutralizar a acidez do solo.
- Determinação pela Granulometria: O PRNT é uma característica determinada principalmente pelo tamanho das partículas do produto.
- Relação de Moagem: Quanto mais fina for a moagem do calcário, maior será o seu valor de PRNT.
- Velocidade de Reação: Calcários com granulometria mais grosseira levam mais tempo para surtir efeito corretivo no solo.
- Variação Prática: Os valores de PRNT do calcário na prática variam entre 80 e 120.
Referências Regionais
O Manual de Adubação e Calagem para o estado do Paraná é uma referência atualizada, orientando diversas culturas e práticas agrícolas de maneira específica.
No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o método de calagem calcula a necessidade do corretivo em função do pH, da matéria orgânica e do teor de alumínio no solo.
Já o Boletim 100 organiza as gramíneas em distintos grupos, classificando as conforme a exigência de saturação por bases (V%).
Fertilidade e Lei do Mínimo
O Manejo Estratégico da Fertilidade
A produtividade das plantas forrageiras é intrinsecamente ligada à fertilidade do solo, sendo essencial que tanto a planta quanto o animal estejam bem nutridos para atingir seu potencial de crescimento. Os fatores de fertilidade influenciam diretamente esse desenvolvimento, podendo incluir elementos abióticos, como a luz solar, que pode atuar como um fator limitante para o crescimento da planta.
Para o manejo eficaz, existe uma diferença conceitual fundamental entre a correção e a adubação do solo. Enquanto as exigências nutricionais são determinadas por testes de doses e desempenho consolidados em tabelas, a adubação química utiliza componentes com concentração constante de nutrientes. É importante notar que o manejo incorreto, como o uso de excesso de adubos químicos, pode resultar em queima das raízes e impedir o crescimento.
Além disso, o balanço nutricional é sensível à composição do solo; por exemplo, os valores de referência para o potássio dependem da quantidade de argila presente. Cuidados também devem ser tomados com o acúmulo excessivo de nutrientes: áreas com excesso de esterco podem apresentar níveis de fósforo no solo de até 100 mg/dm³, e o fósforo, quando em níveis excessivos, pode se tornar tóxico para as plantas.
Macronutrientes e NPK
Nitrogênio, fósforo e potássio são os três elementos que a planta absorve em maior quantidade. A Lei do Mínimo estabelece que o crescimento máximo das plantas é limitado pelo recurso ou nutriente que se encontra em menor disponibilidade, sendo classicamente ilustrada pela figura de um barril. O cálculo da adubação é definido pela diferença entre a exigência nutricional da planta e a disponibilidade de nutrientes no solo.
Os adubos químicos são classificados como simples, quando possuem fonte de apenas um nutriente, ou mistos, como o NPK, que é composto por nitrogênio, fósforo e potássio. O teor de nitrogênio não costuma ser apresentado nos resultados de análise de solo e a adubação nitrogenada não é eficiente se houver falta de água no solo. Os adubos nitrogenados são, em geral, derivados de petróleo e possuem preços lastreados em dólar, enquanto o potássio é o terceiro elemento a ser verificado na análise de solo e também possui alto custo de correção.
O uso de grandes quantidades de adubos químicos acarreta a acidificação e a salinização do solo.
Dinâmica do Nitrogênio
- Necessidade nutricional: O nitrogênio é o nutriente que as plantas necessitam e absorvem em maior quantidade no solo.
- Disponibilidade: A disponibilidade de nitrogênio no solo está fortemente associada à quantidade de matéria orgânica presente.
- Mobilidade: Por ser um nutriente muito móvel, o nitrogênio pode ser transportado para camadas mais profundas do solo pela ação da água da chuva.
- Atividade microbiana: Microorganismos do solo participam da dinâmica do nitrogênio, incorporando o à matéria orgânica ou transformando o em amônia, que é liberada para a atmosfera.
- Estabilidade das fontes: O nitrogênio presente no sulfato de amônio é mais estável do que o presente na ureia.
- Perdas na adubação: A ureia apresenta elevado risco de perda de nitrogênio caso a planta não o utilize rapidamente.
- Adubação de cobertura: É recomendada apenas quando a planta já possui raízes e folhas suficientes para absorver o nutriente.
Manejo de Cobertura (N & K)
Otimizando a aplicação de fertilizantes nitrogenados e potássicos
A adubação nitrogenada de cobertura deve ser parcelada nos momentos de maior necessidade da planta, pois o nitrogênio possui alta solubilidade e sofre perdas rápidas no solo. O sulfato de amônio, por sua vez, é uma opção que fornece nitrogênio e enxofre, sendo indicado inclusive para corrigir deficiências de enxofre no solo.
Quanto ao potássio, ele é um nutriente parcialmente móvel e sujeito a perdas por lixiviação devido à chuva. O cloreto de potássio é a fonte mais comum, contendo 60% de K2O e sendo importado principalmente da Rússia e do Canadá. Para um manejo eficiente e controle de perdas, a adubação potássica deve ser parcelada em, no máximo, duas vezes.
Fósforo e Solubilidade
O fósforo é considerado um elemento imóvel no solo, o que permite que doses mais elevadas sejam aplicadas já no momento do plantio, pois o nutriente que não for absorvido imediatamente permanece disponível para absorção posterior.
Dentre as fontes comerciais, o adubo super simples contém 18% de pentóxido de fósforo (P2O5), enquanto o super triplo contém 42% de P2O5. Em contrapartida, os fosfatos naturais apresentam baixa solubilidade e teores variáveis de fósforo, podendo levar de um a dois anos para reagir e liberar o nutriente no solo.
Estudos com Braquiária brizantha cv. Xaraés demonstram que, embora a aplicação seja necessária, a resposta produtiva ao fósforo tende a estabilizar após determinada dosagem.
Impacto do P na Produção
- Limitação nutricional: O fósforo é frequentemente o nutriente mais limitante em solos tropicais e um dos elementos de maior custo para correção e adubação.
- Influência na produtividade: Este nutriente influencia a ocupação e a produção da braquiária brizantha cv. Xaraés.
- Teor ideal no solo: Considera se aceitável ou ideal um teor de fósforo no solo de no mínimo 10 mg/dm³.
- Manejo de aplicação: O fósforo pode ser aplicado integralmente de uma vez, desde que não haja erosão ou perda de solo.
- Produção basal: A produção da braquiária brizantha cv. Xaraés em vaso com zero de fósforo é de 3,8.
Cálculos de Área e Dosagem
A precisão no plantio e na adubação de pastagens depende da correta conversão de recomendações técnicas, geralmente expressas em quilogramas ou toneladas por hectare, para as unidades de campo correspondentes.
| Método de Plantio | Parâmetro Base | Aplicação de Cálculo |
|---|---|---|
| Hectare (ha) | 10.000 m² (100m x 100m) | Unidade padrão para insumos (kg/ha ou t/ha) |
| Plantio a lanço | Gramagem por m² | Multiplicar dose pela área total do quadrado |
| Plantio em linha | Espaçamento de 50 cm | 20.000 metros lineares por hectare |
| Dosagem em linha | 100 kg/ha | 5 gramas por metro linear |
O cálculo correto das doses garante a distribuição uniforme do insumo no campo, seja por método a lanço ou em linhas (com 200 linhas de 100 metros em um hectare com espaçamento de 50 cm).
Tecnologia de Semeadura
- Recomendação para forrageiras: É geralmente feita pelo peso das sementes, pois a contagem individual de sementes pequenas na máquina é difícil.
- Recomendação para sementes grandes: Realizada por número de plantas ou sementes por hectare, como no milho, que recomenda de 60.000 a 90.000 plantas por hectare.
- Cálculo de metros lineares: Um hectare com 20 cm de espaçamento resulta em 50.000 metros lineares, o que auxilia a definir a densidade, como a necessidade de cinco plantas por metro linear.
- Vantagem do plantio em linha: Considerado superior ao plantio a lanço, permite que as plantas nasçam na mesma linha, facilitando a diferenciação entre elas e as invasoras.
- Parâmetros do trigo de pastejo: Pode exigir 50 kg de semente por hectare, com espaçamento entre linhas de 15 a 20 cm.
Competição e Limites Biológicos
Limites ao Crescimento O excesso de plantas em uma mesma área gera competição entre elas, prejudicando o crescimento. A densidade de plantio deve ser ajustada de acordo com a favorabilidade das condições climáticas e do solo. O uso excessivo de adubo no plantio não garante que a planta crescerá de forma mais rápida.
Tempo de Desenvolvimento
- Tempo biológico: O desenvolvimento das plantas segue um ciclo próprio determinado pela natureza, não sendo possível ao produtor acelerar esse processo.
- Competição intraespecífica: A utilização excessiva de sementes na implantação da cultura resulta em competição entre os indivíduos, o que prejudica o desenvolvimento adequado das plantas.
Dicas Para Provas
| Dicas Para Provas |
|---|
| A amostragem padrão de solo em pastagens deve focar na camada de 0 a 20 cm, onde se concentram 80% das raízes das gramíneas. |
| A toxicidade por alumínio prejudica o sistema radicular ao competir por sítios de ligação, sendo neutralizada via calagem. |
| A saturação por bases (V%) ideal varia conforme a exigência da espécie, sendo 70% para Panicums/Milho e 50% para Braquiárias. |
| O fósforo é o nutriente mais limitante e imóvel, exigindo teores mínimos de 10 mg/dm³ (ou 10 ppm) para pastagens saudáveis. |
| A granulometria do calcário determina o PRNT; quanto mais fina a moagem, mais rápida a reação de neutralização. |
O Alicerce Invisível
Na forragicultura, o crescimento da parte aérea da planta é diretamente proporcional e limitado pela capacidade de expansão do seu sistema radicular no solo. De forma semelhante, muitas vezes focamos apenas na aparência de nossas conquistas externas, esquecendo que a verdadeira resiliência exige cultivar uma estrutura interior profunda. Quando firmamos nossas raízes e nossa confiança em Jesus, encontramos a nutrição constante que sustenta nosso desenvolvimento saudável diante de qualquer estação ou adversidade.
Portanto, assim como vocês receberam a Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nele, enraizados e edificados nele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão.Colossenses 2:6 7
Leia Colossenses 2 e reflita sobre onde suas raízes estão firmadas.