Sion Academy

MedVet6 PeríodoForragiculturaP1

Manejo de Solos e Forragicultura: Da Morfologia à Adubação

Visão geral de um campo de pastagem bem manejado.

Duracao: 16 min

Topicos da aula

  • Características Edáficas em ambientes diversos

Introdução à Forragicultura

A disciplina de Forragicultura encontra se em seu terço inicial, correspondendo à quinta aula do curso. Este momento é fundamental para o estabelecimento das bases necessárias ao entendimento da produção de pastagens.

Para auxiliar na compreensão prática da área, são indicadas referências como o canal 'Forragicultura e Pastagens' e as obras 'Forrageicultura no Paraná' e 'Dinheiro é Capim'.

Logística e Fontes de Referência

  • Canal Forragicultura e Pastagens: fonte de referência gerenciada pela professora Janaína.
  • Regras do ônibus: o uso do veículo institucional é orientado por um documento de 2011.
  • Restaurante da fazenda: permanece fechado desde a pandemia, sem retorno das atividades.
  • Livro 'Dinheiro é Capim': material escrito com linguagem simples e direta para o produtor rural.
  • Livro 'Forrageicultura no Paraná' (1996): contém a lista de espécies de verão e inverno adaptadas ao estado.
  • Fazenda experimental: funciona todos os dias, de domingo a domingo.

Matéria Seca e Ciclo do Carbono

A matéria seca é o componente da planta que resta após a retirada total da água, sendo nela que estão localizados os nutrientes fundamentais para a nutrição animal. Diferentemente da matéria seca, as cinzas representam o resíduo sólido, ou matéria mineral absorvida do solo, que permanece após a combustão completa do feno, processo que também libera energia, gás carbônico e água.

A maior parte da massa de uma planta é composta por carbono absorvido da atmosfera, o qual atua como o principal nutriente quantitativo para o seu crescimento. Esse processo de absorção ocorre principalmente através dos estômatos, que são estruturas especializadas localizadas nas folhas.

A remoção das folhas pelos bovinos durante o pastejo reduz diretamente a capacidade da planta de absorver carbono, visto que diminui as estruturas responsáveis por esse processo.

Energia e Nutrição Animal

  • Nitrogênio: componente fundamental na formação das proteínas.
  • Aminoácidos: possuem um radical amina (NH3) em sua estrutura.
  • Enzimas: proteínas essenciais para o processo de fotossíntese.
  • Atividade enzimática: o nitrogênio é necessário para manter as enzimas ativas para o acúmulo de carbono.
  • Formulação de rações: cálculo baseado na diferença entre a necessidade do animal e os nutrientes presentes nos alimentos.
  • Acúmulo de forragem: o ambiente e o solo são os dois principais fatores determinantes.
  • Processo de combustão: é considerado o inverso do processo de fotossíntese.
  • Fardo de feno: pesa aproximadamente 12 kg.

Horizontes do Solo: Do O ao C

O solo atua como a base física fundamental para o crescimento das plantas, oferecendo suporte e nutrição necessários, embora represente uma fração menor da massa total do sistema em comparação ao carbono atmosférico.

O perfil do solo é composto por diferentes horizontes que refletem sua formação a partir da rocha matriz. O horizonte O é formado por restos de animais e seres vivos em decomposição, sendo classificado por vezes como um 'solo não verdadeiro'.

Abaixo, o horizonte B é formado por processos de intemperismo físico, químico e biológico, enquanto o horizonte C apresenta fragmentos de rocha em processo de degradação. O solo tem sua origem na rocha matriz, localizada logo abaixo do horizonte C.

Matéria Orgânica e Fertilidade

  • Matéria orgânica: É o elemento responsável por deixar o solo com coloração mais escura.
  • Solos amarelados: Indicam uma quantidade menor de matéria orgânica.
  • Horizonte O: Composto por matéria orgânica em decomposição, como restos de folhas e animais.
  • Horizonte A: Rico em matéria orgânica proveniente da decomposição de resíduos vegetais e atividade da fauna, apresentando alta capacidade de retenção de água e nutrientes.
  • Horizonte B: Apresenta efeito reduzido da matéria orgânica em comparação ao horizonte A.
  • Solo de várzea: Pode apresentar argila esbranquiçada devido ao intenso efeito da água (solo lavado).
  • Uso do solo na pecuária: Frequentemente deslocada para áreas marginais, declivosas e com solos de menor fertilidade.
  • Uso dos melhores solos: Utilizados prioritariamente pela agricultura, possuindo custo mais elevado.

Deep Soil e Latossolos

O perfil do solo é organizado em horizontes. O horizonte A situa se imediatamente abaixo do horizonte O, a camada orgânica superficial. A matéria orgânica melhora a estrutura do solo, agindo como uma esponja que retém água e aumenta a capacidade de retenção de nutrientes. Já o horizonte B, considerado o solo propriamente dito e composto por rocha intemperizada, é o que define a quantidade de nutrientes. Exceções ocorrem em locais como São Luís do Curunã, onde horizontes B e C são desprezíveis, sendo o solo composto basicamente por matéria orgânica sobre a rocha.

Latossolos são solos muito profundos, podendo apresentar um horizonte B com profundidade de 4 a 5 metros. Essa profundidade é fundamental para o desenvolvimento vegetal, pois permite que as raízes busquem água em camadas profundas durante períodos de seca.

Riscos Físicos e Compactação

Impactos da Estrutura Física no Desenvolvimento das Plantas A estrutura física do solo exerce influência direta sobre o desenvolvimento das forrageiras, superando o foco exclusivo na fertilidade química. O crescimento da parte aérea é diretamente limitado pela capacidade de expansão do sistema radicular. Solos rasos, onde a rocha matriz se encontra a pouca profundidade, dificultam o crescimento vegetal, limitando o desenvolvimento da planta mesmo sob adubação. Da mesma forma, camadas compactadas na subsuperfície, frequentes em áreas de produção de feno devido ao tráfego de máquinas, impedem o aprofundamento das raízes, forçando as ao crescimento lateral e restringindo o acesso a água e nutrientes. Solos com menor teor de matéria orgânica apresentam maior propensão a esses problemas de compactação.

Protocolo de Amostragem de Solo

  1. Representatividade: A amostragem deve seguir o princípio da representatividade da área avaliada para garantir a qualidade dos resultados.
  2. Coleta padrão: Realizar a amostragem na camada de 0 a 20 centímetros, onde estão concentrados cerca de 80% das raízes das gramíneas.
  3. Coleta profunda: Realizar amostragens nas profundidades de 20 a 40 ou 40 a 60 centímetros quando indicada a correção de camadas profundas.
  4. Análise de perfil: Abrir trincheiras de 40 centímetros de profundidade para observar o perfil do solo e o desenvolvimento radicular.
  5. Análise laboratorial: Enviar amostras para quantificar nutrientes, evitando imprecisões e erros no manejo nutricional da pastagem.

Interpretação de Laudos

ParâmetroDefiniçãoOrdem de Observação
Saturação por Bases (V%)Percentual da CTC ocupado por bases1º item a ser observado
Teor de FósforoDisponibilidade de fósforo no solo2º item a ser observado
Soma de Bases (SB)Cálcio + Magnésio + PotássioParte da CTC
CTC (T)SB + (H + Al)Capacidade de Troca Catiônica

A análise de solo é a operação base para o início do manejo de solo.

Fundamentos da Calagem

A correção do solo consiste no ajuste do pH para influenciar a disponibilidade de nutrientes e melhorar a estrutura química, uma vez que o pH do solo influencia diretamente essa disponibilidade. A correção do pH para níveis próximos à neutralidade aumenta a disponibilidade de nutrientes que já estão presentes no solo.

A calagem é uma prática fundamental com funções essenciais: a correção do pH do solo e a redução do alumínio tóxico. Para nortear essas decisões, utiliza se a saturação por bases, identificada na análise de solo pela sigla V%, que quantifica as bases presentes no solo capazes de neutralizar o pH e disponibilizar nutrientes para as plantas.

Prática e Cálculo de Necessidade

  1. Diagnóstico do solo: A avaliação inicial identifica o pH e o valor de saturação por bases atual (V1), sendo que um pH de 4,10 é classificado como uma área muito ácida.
  2. Definição da meta: Estabelece se a saturação por bases desejada (V2) para a cultura, considerando que um valor de saturação por bases acima de 50% é aceitável para pastagens.
  3. Cálculo da necessidade: Aplica se a fórmula NC = (V2 V1) T / PRNT para determinar a quantidade de calcário necessária, utilizando o produto resultante da moagem de rocha calcária.
  4. Aplicação e incorporação: Realiza se a incorporação mecânica do calcário no solo para facilitar a mistura e promover o ajuste do pH através da solubilização e da reação com os componentes do solo.
  5. Benefícios fisiológicos: O manejo neutraliza o alumínio, que é tóxico para o crescimento das raízes, e fornece cálcio e magnésio, favorecendo o crescimento radicular das plantas próximo à neutralidade.

Riscos e Limites da Correção

A aplicação excessiva de calcário resulta em altos teores de cálcio, o que pode dificultar a absorção de outros nutrientes fundamentais para as forrageiras. O excesso de cálcio no solo pode comprometer especificamente a disponibilidade e a absorção de elementos como o fósforo e o zinco, prejudicando o desenvolvimento vegetal.

Qualidade do Corretivo (PRNT)

  • PRNT: Sigla para Poder Relativo de Neutralização Total, que indica a capacidade do calcário de neutralizar a acidez do solo.
  • Determinação pela Granulometria: O PRNT é uma característica determinada principalmente pelo tamanho das partículas do produto.
  • Relação de Moagem: Quanto mais fina for a moagem do calcário, maior será o seu valor de PRNT.
  • Velocidade de Reação: Calcários com granulometria mais grosseira levam mais tempo para surtir efeito corretivo no solo.
  • Variação Prática: Os valores de PRNT do calcário na prática variam entre 80 e 120.

Referências Regionais

O Manual de Adubação e Calagem para o estado do Paraná é uma referência atualizada, orientando diversas culturas e práticas agrícolas de maneira específica.

No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o método de calagem calcula a necessidade do corretivo em função do pH, da matéria orgânica e do teor de alumínio no solo.

Já o Boletim 100 organiza as gramíneas em distintos grupos, classificando as conforme a exigência de saturação por bases (V%).

Fertilidade e Lei do Mínimo

O Manejo Estratégico da Fertilidade

A produtividade das plantas forrageiras é intrinsecamente ligada à fertilidade do solo, sendo essencial que tanto a planta quanto o animal estejam bem nutridos para atingir seu potencial de crescimento. Os fatores de fertilidade influenciam diretamente esse desenvolvimento, podendo incluir elementos abióticos, como a luz solar, que pode atuar como um fator limitante para o crescimento da planta.

Para o manejo eficaz, existe uma diferença conceitual fundamental entre a correção e a adubação do solo. Enquanto as exigências nutricionais são determinadas por testes de doses e desempenho consolidados em tabelas, a adubação química utiliza componentes com concentração constante de nutrientes. É importante notar que o manejo incorreto, como o uso de excesso de adubos químicos, pode resultar em queima das raízes e impedir o crescimento.

Além disso, o balanço nutricional é sensível à composição do solo; por exemplo, os valores de referência para o potássio dependem da quantidade de argila presente. Cuidados também devem ser tomados com o acúmulo excessivo de nutrientes: áreas com excesso de esterco podem apresentar níveis de fósforo no solo de até 100 mg/dm³, e o fósforo, quando em níveis excessivos, pode se tornar tóxico para as plantas.

Macronutrientes e NPK

Nitrogênio, fósforo e potássio são os três elementos que a planta absorve em maior quantidade. A Lei do Mínimo estabelece que o crescimento máximo das plantas é limitado pelo recurso ou nutriente que se encontra em menor disponibilidade, sendo classicamente ilustrada pela figura de um barril. O cálculo da adubação é definido pela diferença entre a exigência nutricional da planta e a disponibilidade de nutrientes no solo.

Os adubos químicos são classificados como simples, quando possuem fonte de apenas um nutriente, ou mistos, como o NPK, que é composto por nitrogênio, fósforo e potássio. O teor de nitrogênio não costuma ser apresentado nos resultados de análise de solo e a adubação nitrogenada não é eficiente se houver falta de água no solo. Os adubos nitrogenados são, em geral, derivados de petróleo e possuem preços lastreados em dólar, enquanto o potássio é o terceiro elemento a ser verificado na análise de solo e também possui alto custo de correção.

O uso de grandes quantidades de adubos químicos acarreta a acidificação e a salinização do solo.

Dinâmica do Nitrogênio

  • Necessidade nutricional: O nitrogênio é o nutriente que as plantas necessitam e absorvem em maior quantidade no solo.
  • Disponibilidade: A disponibilidade de nitrogênio no solo está fortemente associada à quantidade de matéria orgânica presente.
  • Mobilidade: Por ser um nutriente muito móvel, o nitrogênio pode ser transportado para camadas mais profundas do solo pela ação da água da chuva.
  • Atividade microbiana: Microorganismos do solo participam da dinâmica do nitrogênio, incorporando o à matéria orgânica ou transformando o em amônia, que é liberada para a atmosfera.
  • Estabilidade das fontes: O nitrogênio presente no sulfato de amônio é mais estável do que o presente na ureia.
  • Perdas na adubação: A ureia apresenta elevado risco de perda de nitrogênio caso a planta não o utilize rapidamente.
  • Adubação de cobertura: É recomendada apenas quando a planta já possui raízes e folhas suficientes para absorver o nutriente.

Manejo de Cobertura (N & K)

Otimizando a aplicação de fertilizantes nitrogenados e potássicos

A adubação nitrogenada de cobertura deve ser parcelada nos momentos de maior necessidade da planta, pois o nitrogênio possui alta solubilidade e sofre perdas rápidas no solo. O sulfato de amônio, por sua vez, é uma opção que fornece nitrogênio e enxofre, sendo indicado inclusive para corrigir deficiências de enxofre no solo.

Quanto ao potássio, ele é um nutriente parcialmente móvel e sujeito a perdas por lixiviação devido à chuva. O cloreto de potássio é a fonte mais comum, contendo 60% de K2O e sendo importado principalmente da Rússia e do Canadá. Para um manejo eficiente e controle de perdas, a adubação potássica deve ser parcelada em, no máximo, duas vezes.

Fósforo e Solubilidade

O fósforo é considerado um elemento imóvel no solo, o que permite que doses mais elevadas sejam aplicadas já no momento do plantio, pois o nutriente que não for absorvido imediatamente permanece disponível para absorção posterior.

Dentre as fontes comerciais, o adubo super simples contém 18% de pentóxido de fósforo (P2O5), enquanto o super triplo contém 42% de P2O5. Em contrapartida, os fosfatos naturais apresentam baixa solubilidade e teores variáveis de fósforo, podendo levar de um a dois anos para reagir e liberar o nutriente no solo.

Estudos com Braquiária brizantha cv. Xaraés demonstram que, embora a aplicação seja necessária, a resposta produtiva ao fósforo tende a estabilizar após determinada dosagem.

Impacto do P na Produção

  • Limitação nutricional: O fósforo é frequentemente o nutriente mais limitante em solos tropicais e um dos elementos de maior custo para correção e adubação.
  • Influência na produtividade: Este nutriente influencia a ocupação e a produção da braquiária brizantha cv. Xaraés.
  • Teor ideal no solo: Considera se aceitável ou ideal um teor de fósforo no solo de no mínimo 10 mg/dm³.
  • Manejo de aplicação: O fósforo pode ser aplicado integralmente de uma vez, desde que não haja erosão ou perda de solo.
  • Produção basal: A produção da braquiária brizantha cv. Xaraés em vaso com zero de fósforo é de 3,8.

Cálculos de Área e Dosagem

A precisão no plantio e na adubação de pastagens depende da correta conversão de recomendações técnicas, geralmente expressas em quilogramas ou toneladas por hectare, para as unidades de campo correspondentes.

Método de PlantioParâmetro BaseAplicação de Cálculo
Hectare (ha)10.000 m² (100m x 100m)Unidade padrão para insumos (kg/ha ou t/ha)
Plantio a lançoGramagem por m²Multiplicar dose pela área total do quadrado
Plantio em linhaEspaçamento de 50 cm20.000 metros lineares por hectare
Dosagem em linha100 kg/ha5 gramas por metro linear

O cálculo correto das doses garante a distribuição uniforme do insumo no campo, seja por método a lanço ou em linhas (com 200 linhas de 100 metros em um hectare com espaçamento de 50 cm).

Tecnologia de Semeadura

  1. Recomendação para forrageiras: É geralmente feita pelo peso das sementes, pois a contagem individual de sementes pequenas na máquina é difícil.
  2. Recomendação para sementes grandes: Realizada por número de plantas ou sementes por hectare, como no milho, que recomenda de 60.000 a 90.000 plantas por hectare.
  3. Cálculo de metros lineares: Um hectare com 20 cm de espaçamento resulta em 50.000 metros lineares, o que auxilia a definir a densidade, como a necessidade de cinco plantas por metro linear.
  4. Vantagem do plantio em linha: Considerado superior ao plantio a lanço, permite que as plantas nasçam na mesma linha, facilitando a diferenciação entre elas e as invasoras.
  5. Parâmetros do trigo de pastejo: Pode exigir 50 kg de semente por hectare, com espaçamento entre linhas de 15 a 20 cm.

Competição e Limites Biológicos

Limites ao Crescimento O excesso de plantas em uma mesma área gera competição entre elas, prejudicando o crescimento. A densidade de plantio deve ser ajustada de acordo com a favorabilidade das condições climáticas e do solo. O uso excessivo de adubo no plantio não garante que a planta crescerá de forma mais rápida.

Tempo de Desenvolvimento

  • Tempo biológico: O desenvolvimento das plantas segue um ciclo próprio determinado pela natureza, não sendo possível ao produtor acelerar esse processo.
  • Competição intraespecífica: A utilização excessiva de sementes na implantação da cultura resulta em competição entre os indivíduos, o que prejudica o desenvolvimento adequado das plantas.

Dicas Para Provas

Dicas Para Provas
A amostragem padrão de solo em pastagens deve focar na camada de 0 a 20 cm, onde se concentram 80% das raízes das gramíneas.
A toxicidade por alumínio prejudica o sistema radicular ao competir por sítios de ligação, sendo neutralizada via calagem.
A saturação por bases (V%) ideal varia conforme a exigência da espécie, sendo 70% para Panicums/Milho e 50% para Braquiárias.
O fósforo é o nutriente mais limitante e imóvel, exigindo teores mínimos de 10 mg/dm³ (ou 10 ppm) para pastagens saudáveis.
A granulometria do calcário determina o PRNT; quanto mais fina a moagem, mais rápida a reação de neutralização.

O Alicerce Invisível

Na forragicultura, o crescimento da parte aérea da planta é diretamente proporcional e limitado pela capacidade de expansão do seu sistema radicular no solo. De forma semelhante, muitas vezes focamos apenas na aparência de nossas conquistas externas, esquecendo que a verdadeira resiliência exige cultivar uma estrutura interior profunda. Quando firmamos nossas raízes e nossa confiança em Jesus, encontramos a nutrição constante que sustenta nosso desenvolvimento saudável diante de qualquer estação ou adversidade.

Portanto, assim como vocês receberam a Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nele, enraizados e edificados nele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão.Colossenses 2:6 7

Leia Colossenses 2 e reflita sobre onde suas raízes estão firmadas.

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